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A Lei Maria da Penha e a Justiça Restaurativa: um projeto em execução a partir das audiências de custódia e das medidas protetivas

Adriana Ramos de Mello, Cláudio Camargo dos Santos e Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo · 2022

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Resumo

Artigo que relata um projeto de Maringá, no Paraná: homens presos em flagrante por crimes contra mulheres que obtêm a liberdade provisória na audiência de custódia são encaminhados ao CEJUSC para reeducação em gênero e grupos de apoio com a metodologia dos círculos de construção de paz de Kay Pranis, como parte das medidas protetivas da Lei Maria da Penha. Relaciona a experiência com tratados internacionais, normas constitucionais, resoluções do CNJ e a Agenda 2030, a partir de bibliografia sobre violência de gênero e justiça restaurativa. Serve a quem analisa práticas restaurativas com homens em casos de violência doméstica.

Temas

Usada no campus

Dados

Autoria
Mello, Adriana Ramos de; Santos, Cláudio Camargo dos; Ramajo, Carmen Lúcia Rodrigues
Ano
2022
Editora ou fonte
Revista CNJ, v. 6, n. 2 (jul./dic. 2022), pp. 13-24
Tipo
Artigo
Idioma
Português
Jurisdição
Paraná
Licença
CC BY-NC-ND
DOI
10.54829/revistacnj.v6i2.302

Citar esta obra

Mello, A. R., Santos, C. C. e Ramajo, C. L. R. (2022). A Lei Maria da Penha e a Justiça Restaurativa: um projeto em execução a partir das audiências de custódia e das medidas protetivas. Revista CNJ, v. 6, n. 2 (jul./dic. 2022), pp. 13-24. https://doi.org/10.54829/revistacnj.v6i2.302

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